Mostrando postagens com marcador Rio 2016. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio 2016. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de setembro de 2016

Ciclista Iraniano morre apos prova na Paralimpiada

O ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad, de 48 anos, morreu neste sábado após sofrer um acidente  durante a prova de ciclismo de estrada da Paralimpíada do Rio, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da cidade. Ele caiu com sua bicicleta  na descida de Grumari durante o percurso de 15km da classe C4-5 e bateu com a cabeça em uma pedra. Bahman foi levado pela equipe de emergência para um hospital na Barra da Tijuca, mas no caminho não resistiu ao traumatismo craniano e sofreu uma parada cardíaca. Ele faleceu antes de chegar ao hospital.
A queda ocorreu na parte final da prova. Barman foi socorrido rapidamente pela ambulância. Por causa do acidente, a largada da prova da classe B atrasou quase uma hora aguardando uma nova ambulância chegar ao local. 
A família do ciclista já foi avisada da tragédia. Uma homenagem será feita às 18h na Vila dos Atletas. A classe C4, da qual o iraniano pertencia, é destinada a atletas com dificuldade de controle do guidão e que apresentam aumento do tônus muscular leve, sendo os membros inferiores mais acometidos.
Barman já havia participado de uma prova na Rio 2016 no mesmo trajeto onde sofreu o acidente fatal. Na quarta-feira, ele participou da prova de contrarrelógio e ficou 14º lugar. 

Barman Golbarnezhad participou também da Paralimpíadas de Londres, em 2012. Ele ficou em 23º lugar na prova de estrada. E também competiu no ciclismo pista na perseguição contrarrelógio de 1000m na classe C4-5 ficando na 18º posição. Ele disputou três provas no Mundial da Itália em 2016 e teve como melhor colocação um 11º lugar. Nos Jogos Para-asiáticos ele ficou em quinto lugar na prova de estrada. 
Nascido na cidade de Shiraz, Bahman iniciou no esporte em 2002. Segundo a ficha oficial no site do Comitê Paralímpico Internacional, seu sonho era ganhar a medalha de ouro no Rio e sua maior influência era a esposa.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Paraolimpíadas momento histórico e de desrespeito...

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Rio 2016: Ágatha e Bárbara perderam para Alemanha na final e garantiram a prata!


Ágatha e Bárbara fizeram o "impossível" ao eliminarem a tricampeã olímpica Kerri Walsh na semifinal do vôlei de praia. Na decisão, porém, não puderam repetir a façanha. Contra um vento muito forte e uma dupla alemã inspirada, as brasileiras ficaram aquém da atuação do dia anterior e caíram por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14, diante de Ludwig e Walkenhorst, terminando o torneio com a prata.
O jejum de títulos no esporte que tem o país como coautor, porém, persiste. Desde 1996, quando a modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o Brasil não sobe no lugar mais alto das Olimpíadas no feminino. Depois do ouro de Jackie Silva e Sandra Pires, o país já teve duas pratas com Adriana Behar e Shelda, mas nunca conseguiu retomar o domínio sobre o esporte.

Brasil faz 6 em Honduras e fica a um passo do ouro.


Embora Honduras não é uma potência do futebol mundial, mas o Brasil fez sua parte. Com sobras e requintes de crueldade, a seleção brasileira aplicou 6 a 0 na tarde desta quarta-feira e levou o Maracanã à loucura. Neymar (2), Gabriel Jesus (2), Marquinhos e Luan anotaram os gols que deixam o sonho do ouro olímpico mais perto.
Prêmio às convicções de Rogério Micale, o triunfo sobre Honduras foi construído graças ao futebol coletivo do Brasil, que ainda não sofreu gols na Olimpíada, mas teve seu brilho mais intenso com os homens de frente. Em especial, do camisa 10 que comandou todas as ações mais uma vez.

Se avançar, Brasil terá fantasma pela frente na final: Alemanha ou Nigéria

Se avançar à final olímpica no futebol masculino, o Brasil certamente terá de lidar com um fantasma para conquistar o ouro. Alemanha e Nigéria se enfrentam nesta quarta-feira, às 16h, na Arena Corinthians, e quem passar enfrentará o vencedor do duelo entre Brasil e Honduras, que será no Maracanã, às 13h.
A torcida paulista provavelmente vai se posicionar contra os alemães por causa dos 7 a 1 aplicados por eles na semifinal da Copa do Mundo de 2014, no Mineirão. O técnico Horst Hubresch, porém, não acredita em ambiente tão hostil e tenta minimizar os efeitos daquela goleada história.
O zagueiro Matthias Ginter, de 22 anos, é o único atleta que integrou a seleção de Joachim Low em 2014 e também foi convocado por Hubresch para a Rio-2016. O goleador do time, por exemplo, é uma aposta para o futuro da seleção: trata-se de Serge Gnabry, do Arsenal (ING), que já marcou seis gols na Olimpíada e lidera também a artilharia geral dos Jogos.
Já a Nigéria impôs uma dolorosa derrota à Seleção Brasileira na semifinal olímpica de 1996: 4 a 3, com gol de ouro marcado por Kanu na prorrogação. Se os alemães tentam minimizar a goleada que aplicaram, do lado africano aquela partida serve como inspiração, até porque o ouro veio na sequência.
Mesmo com uma vitória emblemática como essa no histórico, os nigerianos esperam ter apoio da arquibancada, como tiveram em jogos anteriores nesta Olimpíada, inclusive na derrota por 2 a 0 para a Colômbia, em Itaquera.
- Está sendo ótimo ter o apoio dos torcedores brasileiros. Vamos tentar fazer o que eles esperam no jogo contra a Alemanha. Estamos tentando criar nossa própria história, jogamos contra equipes fortes para chegar até aqui e não pensamos em nada que não seja o ouro - disse o técnico Samson Siasia.

Justiça ordena retenção de passaportes de atletas dos EUA


A Justiça do Rio determinou a apreensão do passaporte dos nadadores americanos Ryan Lochte e James Feigen. Eles relatam ter sido assaltados a mão armada após saírem de uma festa na Lagoa, na Zona Sul, na madrugada do domingo (14). A polícia do Rio disse que pode mudar a linha de investigação para saber exatamente o que os nadadores, que estavam acompanhados de mais dois atletas da delegação dos EUA, fizeram naquela madrugada.
De acordo com pessoas ligadas ao inquérito, um vídeo divulgado na terça (16) pelo jornal britânico "Daily Mail" aumentou as contradições sobre o relato — como o número de assaltantes e o fato de o celular não ter sido levado. A polícia diz que a linha de investigação pode passar de roubo para falsa comunicação de crime. Por isso, a  determinação da Justiça de apreender os passaportes do quarteto.
O caso só foi revelado porque um dos atletas,Ryan Lochte, disse à mãe que tinha sido alvo de um crime. O Comitê Olímpico Internacional (COI) chegou a afirmar que a história não era verdadeira (leia mais abaixo). Depois de entrevistas a meios dos EUA, os nadadores foram convidados a depor sobre o crime.
Os investigadores da Polícia do Rio acreditam que, se o caso não tivesse chegado à mídia, os atletas não teriam ido à delegacia. Lá, ainda segundo pessoas que tiveram acesso ao inquérito, apresentaram versões destoantes.
Os agentes ainda procuram o motorista do táxi que teria levado os nadadores de uma festa na Casa da França, na Lagoa, à a Vila Olímpica. A polícia tem as imagens do posto de gasolina, onde os atletas pegaram o táxi, e busca registros de câmeras de segurança que ficam no trajeto.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Robson Conceição bate francês e ganha 1º ouro brasileiro no boxe em Jogos


Robson Conceição fez história nesta terça-feira. Empurrado pelos torcedores presentes no pavilhão seis do Riocentro, o baiano confirmou seu favoritismo com uma vitória incontestável para se consagrar como o primeiro pugilista medalhista de ouro do Brasil em Olimpíadas. O feito histórico veio após vencer a luta contra o francês Sofiane Oumiha por decisão unânime  dos jurados (30-27, 29-28 e 29-28) na categoria dos pesos-leves (até 60 quilos).
Neste último um ano e meio, Conceição se dividiu entre treinos com a seleção brasileira em São Paulo e com seu técnico pessoal, Luiz Dórea, na Bahia. Isso porque o pugilista baiano queria ficar mais perto da família após o nascimento da filha Sophia.
Apesar dessa "divisão", Robson participou de todos compromissos importantes da seleção, como finalizações para torneios, como o Mundial, e training camps em outros países. Quem o acompanhou nessas lutas da APB (Liga Profissional da Aiba) foi o técnico Mateus Alves, da Confederação Brasileira de Boxe.
Aos gritos de “o campeão chegou”, o brasileiro entrou aclamado no ringue. Já o francês enfrentou algumas vaias e ouviu o tradicional grito “uh, vai morrer”. Os dois começaram o primeiro round com uma luta franca. Robson dominou o centro e utilizou uma estratégia de ser muito agressivo, para já deixar uma boa impressão aos juízes. Ao final, o brasileiro venceu a parcial por triplo 10-9.
No segundo assalto, o francês demonstrava boa velocidade, mas Conceição, apesar de abusar da guarda baixa, conseguia impor seu jogo, investindo em golpes mais potentes do que o rival. Assim como no primeiro, o brasileiro também venceu por triplo 10-9.
No último round, já com a vitória garantida por pontos, Conceição soube administrar a luta, ditando muito bem o ritmo. Ainda assim, dois jurados deram vitória no assalto ao francês, enquanto um deles ainda viu o brasileiro melhor. O resultado? A primeira medalha de ouro do Brasil no boxe olímpico.
Robson Conceição precisou fazer três lutar até chegar à final da competição. Na estreia da Rio-2016, teve pela frente Anvar Yunusov, do Tadjiquistão, e logo mostrou a que veio. Com toda sua qualidade, venceu por nocaute técnico, já que o tadjique não voltou ao segundo assalto.
Na sequência, nas quartas de final, precisou superar Hurshid Tojibaev, do Uzbequistão, para já garantir ao menos uma medalha olímpica. Com uma vitória por decisão unânime dos jurados (30-27/30-27/29-28), avançou à semifinal, que já lhe bastava para ficar com um bronze.
Mesmo com um terceiro lugar garantido, Conceição queria mais. Quinto colocado no ranking elaborado pela Associação Internacional de Boxe Amador (AIBA, na sigla),Robson superou então o cubano Jorge Lazaro Alves, então líder do ranking e tricampeão mundial na divisão, para chegar à decisão.

Isaquias Queiroz conquista medalha de prata na canoagem


Com o tempo de 3min 58seg529, o brasileiro Isaquias Queiroz conquistou hoje a medalha de prata na canoagem de velocidade dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
O atleta ficou atrás do alemão Sebastian Brendel, que fechou a prova com o tempo de 3min56seg926. O bronze ficou com o canoísta da República da Moldova, Serghei Tarnovschi, com 4min 00seg852.
Isaquias Queiroz, de 22 anos, chegou a liderar a prova, mas perdeu força no final, oportunidade bem aproveitada pelo adversário alemão. Desde as primeiras baterias, Sebastian Brendel já era cotado como um dos principais rivais do brasileiro na disputa por medalhas.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Morre técnico alemão de canoagem que sofreu acidente de carro no Rio


O técnico da equipe alemã de canoagem slalom Stefan Henze morreu hoje (15) no Rio de Janeiro. Henze estava internado no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul da cidade, após sofrer acidente de carro na última sexta-feira dia 12. Ele sofreu traumatismo craniano.
Em nota, a Confederação de Esportes Olímpicos da Alemanha lamentou a morte do atleta. “Neste dia, nossa tristeza não tem fim”, disse o presidente da confederação, Alfons Hörmann. “Não conseguimos começar a expressar com palavras o que nós da equipe olímpica sentimos depois dessa terrível perda.”
Henze foi submetido a uma cirurgia neurológica no dia do acidente. Henze e Christian Käding, outro integrante da equipe técnica de canoagem slalom, estavam em um táxi que colidiu com outro veículo na Avenida das Américas. Käding foi levado ao hospital e recebeu alta depois de passar por exames.
Na nota, a federação informou que não divulgará outros dados sobre a morte de Henze a pedido da família do atleta. "Sabemos que o pensamento de Stefans sobre as Olimpíadas permanece [nos corações] de muitos,” declarou a família no comunicado.
“O esporte, que levou toda a nossa equipe ao Rio, hoje se recolhe. Nossos pensamentos se direcionam ao familiares de Stefan Henze, que aqui tiveram a oportunidade de se despedir”, disse Michael Vesper, chefe da equipe olímpica alemã.
A delegação alemã irá fazer uma homenagem ao técnico em um memorial na Vila Olímpica e solicitará ao Comitê Olímpico Internacional (COI) que as bandeiras da Alemanha sejam hasteadas a meio mastro em todos os locais de competição da Rio 2016.
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Saúde e o Hospital Miguel Couto não se manifestaram sobre a morte do atleta alemão.

Rio 2016: Arthur Zanetti se diz satisfeito com a prata nas argolas

Arthur Zanetti chegou ao Rio de Janeiro como o atual campeão nas argolas e com a pressão de defender o título. Nesta segunda-feira, o ginasta competiu a final da competição, mas ficou com a medalha de prata. O grego Eleftherios Petrounias faturou o ouro. No entanto, engana-se quem pensa que ele ficou frustrado com o resultado. O brasileiro, em entrevista ao "SporTV" após a cerimônia de premiação, valorizou mais uma medalha olímpica.
Zanetti foi o último a entrar na área de competição. Antes do brasileiro, o Petrounias já tinha feito uma prova impecável, quando somou 16,000 pontos no total. Questionado se entrou com uma responsabilidade a mais pela prova do adversário, o campeão olímpico negou.
Assim como em Londres, a família de Arthur Zanetti estava presente no ginásio. Ao ver seu pai, Archimedes Zanetti chorar com a sua premiação, o ginasta agradeceu o apoio dele

- Família em primeiro lugar sempre. Eles acompanharam em Londres e aqui. Fico feliz deles estarem presentes na minha vida, Disse Zanetti

domingo, 14 de agosto de 2016

Bolt ganha tri nos 100 m rasos e se torna o maior da história do atletismo


Em meio aos tempos sombrios vividos pelo atletismo, um raio apareceu como salvação: Usain Bolt se tornou o maior nome da modalidade com seu inédito tricampeonato olímpico nos 100 metros rasos na Rio-2016. Como se parecesse pouco, ele acumulou a sua sétima medalha de ouro em oito competições disputadas - só perdeu quando se contundiu. Assim, cumpriu o que se propôs ao final de Londres: virar uma lenda.
Bolt venceu a prova com 9s81, sua melhor marca da temporada, mas distante de seu recorde mundial de 9s58 obtido no Mundial de Atletismo de Berlim, em 2009. Seu principal rival, o americano Justin Gatlin, ficou com a prata ao correr para 9s89 - acima de sua melhor marca na temporada, 9s80, que lhe daria o ouro. Já a medalha de bronze ficou com o canadense Andre de Grasse, com 9s91.
A história de Bolt teve os elementos dos filmes clichês norte-americanos. O herói que aos 29 anos tem que se manter no topo, a contusão pouco antes do grande evento, o rival com cara de vilão e passado de doping (Justin Gatlin) - é verdade que ele pagou suas penas e nunca mais foi pego.
E Bolt soube incorporar o papel de protagonista. Deixou o suspense no ar após a lesão na coxa direita nas classificatórias jamaicanas. Ao chegar ao Rio, correu uma eliminatória lenta, se poupando. Mas disse que estava inteiro. E o Engenhão encheu para esperá-lo como aconteceu poucas vezes neste Jogos, ainda que não estivesse completamente lotado - alguns espaços vazios foram verificados.
Houve uma manifestação unânime do estádio a cada vez que ele apareceu na tela, a cada vez que teve o nome anunciado. Como foi em Londres. Bolt não é mais um ídolo da Jamaica: é do mundo.
A vitória de Bolt representa a redenção de um esporte atingido por um escândalo sem precedentes de doping pouco antes dos Jogos do Rio-2016. A delegação russa, uma das mais importantes da modalidade, foi excluída pelo envolvimento em um sistema para drogar atletas para melhorar seu desempenho. A própria cúpula da Iaaf (Federação Internacional de Atletismo) caiu por envolvimento no caso ao receber propinas para mascarar testes positivos.
O próprio Bolt disse que o atletismo precisava que ele vencesse. E ele carregou nos seus ombros, de novo, uma modalidade inteira. Agora, só lhe faltará cumprir a tríplice coroa pela terceira vez aqui no Rio-2016, com os títulos também dos 200 m e do 4x100 m, e depois se retirar com a certeza de que é o maior em mais de 114 anos de Olimpíada. E que levará provavelmente outros 100 anos para surgir um novo Bolt.

Rio 2016: Diego supera fantasmas e conquista sua 1ª medalha olímpica; Nory é bronze


Um filme certamente passou pela cabeça de Diego Hypolito. Depois de duas quedas em Olimpíadas, o experiente ginasta superou os fantasmas e conquistou a inédita, histórica e tão sonhada medalha olímpica. O brasileiro fez uma apresentação à beira da perfeição, deixou o gigante Uchimura no chinelo e subiu ao pódio como o segundo melhor do solo no Rio de Janeiro, cidade que adotou como sua casa.
Para completar a festa, o estreante Arthur Nory completou o pódio, com a medalha de bronze. Os dois ficaram atrás apenas do britânico Max Whitlock, que conquistou a medalha de ouro e deixará o Brasil como campeão olímpico. O objetivo inicial de Nory era a final por aparelhos da barra fixa. O bronze no solo foi uma surpresa e um bônus.
A prata lava a alma de Diego Hypolito. Bicampeão mundial no aparelho, em Melbourne-2005 e Stuttgart-2007, o brasileiro nunca conseguiu render o mesmo em Olimpíadas e ficou marcado por não ter psicológico forte na hora do 'vamos ver'
Em sua estreia na competição, em Pequim-2008, obteve 15.950 pontos e classificou-se na primeira posição. Na final, no entanto, sofreu uma queda e terminou em sexto. Em Londres-2012, Diego reviveu o pesadelo: também caiu, cravou apenas 13.766 pontos e nem foi à final.

sábado, 13 de agosto de 2016

Alemanha goleia Portugal no Mané Garrincha e avança à semifinal


A Alemanha está na semifinal do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Na tarde deste sábado, a seleção germânica goleou Portugal por 4 a 0 no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e subiu mais um degrau na busca pela medalha de ouro.
O início do primeiro tempo da partida foi muito movimentado. A seleção olímpica da Alemanha perdeu três chances claras de gol nos 10 minutos iniciais, enquanto os portugueses desperdiçaram duas oportunidades.
Após o forte ritmo imposto pelos jogadores no começo, a intensidade do confronto caiu na metade da etapa inicial. Os germânicos dominaram a posse de bola e, consequentemente, apareceram mais no ataque. Por outro lado, Portugal chegou com perigo nos contra-ataques e em jogadas de bola parada.
Aos 29 minutos, a seleção alemã conseguiu balançar as redes com Selke, mas o árbitro assinou impedimento e anulou o tento.
Mesmo após o gol anulado, a Alemanha foi para os vestiários com a vantagem no placar. Aos 45 do primeiro tempo, Gnabry recebeu passe preciso de Brandt e tocou rasteiro no canto esquerdo do goleiro português Bruno Varela.
Na volta dos vestiários, a seleção alemã iniciou dominando o jogo. Aos 11 minutos, então, Ginter subiu mais alto em cobrança e escanteio e cabeceou para o fundo das redes, ampliando a vantagem sobre Portugal.
À frente do marcador e com o domínio da posse de bola, os germânicos passaram a administrar a partida diminuindo o ritmo. Em busca da virada, o técnico da seleção portuguesa, Rui Jorge, realizou três alterações na equipe.
A equipe alemã selou a vitória aos 29 minutos do segundo tempo. Selke, o mesmo que marcou o gol anulado, recebeu livre de marcação na área e bateu na saída do arqueiro português: 3 a 0.
A goleada veio aos 41 da etapa final. Philipp Max tabelou com Brandt e finalizou com elegância no ângulo, para marcar o quarto gol da Alemanha.
Com o resultado, a Alemanha volta a campo na quarta-feira dia 17, às 16 horas, para brigar por uma vaga na disputa pela medalha de ouro dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O jogo será contra Nigéria ou Dinamarca, que se enfrentam ainda neste sábado, às 16 horas.

Rio 2016: Bolt estreia com passeio nos 100 metros e brasileiros ficam no meio do caminho


A tão esperada estréia do super astro Ausain Bolt nos jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, ocorreu nesta manhã de sábado.
Como era de se esperar a competição realizada no Engenhão foi sem surpresa para vitória do astro que é o maior na categoria.
Bolt ficou o quarto melhor tempo chegando superado apena pelo seu maior rival o americano Justin Gatlin. Bolt anunciou que esta é sua última olimpíada mas que esta com sonho de ser tri- campeão na modalidade da competição.
Numa manhã frustada para os brasileiros que não conseguiram se classificar na categoria.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Rio 2016: Mayra Aguiar vence cubana e é bronze

Mayra Aguiar no combate pela medalha de bronze, contra cubana Yalennis Castillo a brasileira venceu com facilidade, apesar de ter sido apenas por um yuko. 
O Brasil tem agora dois judocas ainda na Rio-2016. Maria Suelen Altheman e Rafael Silva entrarão no tatame nesta sexta .
Uma das principais modalidades do Brasil em termos de medalha, o Brasil esperava superar os quatro pódios de Londres-2012 no Rio de Janeiro, o que já não acontecerá.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Rio 2016 se transforma na Olimpíada mais gay da história


O estádio de Deodoro já estava quase vazio. Então, uma mulher entrou no campo com um microfone na mão e dirigiu-se a uma jogadora da seleção brasileira. E foi assim que Marjorie Enya, que trabalha como voluntária na Olimpíada, pediu em casamento a sua namorada, Isadora Cerullo. Depois de ouvir o “sim”, Enya, de 28 anos, improvisou uma aliança fazendo um laço no dedo de Isadora, de 25 anos, e o beijo das duas passou a ser uma das imagens mais populares dos Jogos Olímpicos do Rio até agora.
Esta é apenas uma das mais recentes imagens dos Jogos Olímpicos com vocação para acolher o coletivo LGBTQ (lésbicas, gays, transexuais, queer). Ainda que as disputas esportivas tenham o protagonismo na Rio2016, a cada novo episódio do gênero a narrativa de respeito à inclusão se aprofunda.
O número de atletas assumidamente LGBTQ – 43 no total – é o maior da história. Um deles, o britânico Tom Daley ganhou a medalha de bronze no salto sincronizado na segunda-feira. E, pela primeira vez na história, duas atletas estão casadas: as também britânicas Kate Richardson-Walsh e Helen Richardson-Walsh. Na noite da cerimônia de abertura, cinco dos ciclistas que puxavam as delegações dos países eram transexuais, incluindo a famosa modelo Lea T, que abriu caminho para os atletas brasileiros.
A homofobia cresceu nos últimos anos. Na semana passada o time feminino de futebol dos Estados Unidos teve seu primeiro jogo, no Mineirão, em Belo Horizonte. Algumas jogadoras ouviram que o público – de pouco mais de 10 mil pessoas – gritava “bicha” nas arquibancadas. O time norte-americano tem pelos menos duas homossexuais, a meio-campista Megan Rapinoe e a treinadora, Jill Ellis.
De acordo com o site do Grupo Gay da Bahia, um membro da comunidade LGBTQ é agredido a cada 28 horas. 
Mas o crescimento dos casos de homofobia ultrapassa as fronteiras brasileiras e é testemunhado em outros países do continente, o que gera um efeito colateral importante. “O número de pessoas que aceitam os pedidos por direitos dos grupos LGBT está crescendo na América do Sul. Mas há uma outra tendência, dos grupos homofóbicos, que, se não estão crescendo em número, estão aumentando a intensidade de suas manifestações e, em alguns países, estão mais organizados politicamente.
 o tom destas Olimpíada ganha ainda mais importância. Neste contexto, a visibilidade dos atletas assumidos tem um ganho incomensurável para o coletivo. “É a única coisa que temos para contribuir pela luta LGBTQ

Rio 2016: Adios hermanos! Argentina é eliminada dando adeus ao tri-olímpico

Não durou muito o sonho do tricampeonato olímpico da seleção argentina de futebol. Nesta quarta-feira, no Mané Garrincha, em Brasília, a Argentina entrou em campo precisando vencer para avançar às quartas de final da Rio-2016, mas, assim como Honduras, desperdiçou um pênalti, apenas empatou por 1 a 1 e deu adeus logo na primeira fase da competição, fato que não acontecia desde Tóquio-1964.
Calleri e Vega tiveram as melhores oportunidades para a seleção argentina. Na primeira, aos 27min, após desvio em cobrança de falta, o zagueiro chegou livre na cara do gol, mas, sem cacoete de atacante, perdeu o tempo do lance e tentou de “chaleira”, mas mandou por cima da meta. Já o ex-atacante do São Paulo teve nos seus pés uma ótima chance. Aos 38, a zaga hondurenha falhou no corte e a bola sobrou livre, no meio da área, para o camisa 9, que bateu de primeira e mandou sobre o gol.
Depois de desperdiçar boas chances, o ditado “quem não faz, toma” quase se fez presente no Mané Garrincha. Já nos acréscimos, aos 47, Lozano recebeu ótimo cruzamento para testar firme, mas Rulli voou para fazer uma ótima defesa. Um minuto depois, García foi derrubado pelo próprio goleiro. Pênalti para Honduras. Acosta foi para a cobrança, mas o arqueiro acertou o canto e salvou os argentinos.
Logo no início da etapa final, aos 9min, Ángel Correa teve a oportunidade de mudar o rumo do jogo. Calleri, ao tentar receber um cruzamento, foi puxado por Pereira dentro da área, e o juiz marcou pênalti. No entanto, o meia do Atlético de Madri tirou muito do goleiro, tirou tinta da trave, e mandou para fora.
Enquanto a Argentina pressionava, Honduras se posicionava para aproveitar dos rápidos contra-ataques. E conseguiu. Em um deles, aos 26, Elis recebeu na direita, invadiu a área e, após um corte, foi derrubado por Gianetti. Dessa vez, Acosta deixou para Lozano, que cobrou com perfeição, no alto, sem chances para Rulli.
Atrás do placar, a Argentina tentou, desorganizadamente, uma virada, mas sofreu ainda mais com contra-ataques e só não teve um placar mais adverso porque os hondurenhos desperdiçaram diversas oportunidades na cara do goleiro - uma delas ainda acertou a trave no final da partida. Em um dos últimos lances do jogo, em cobrança de falta, Mauricio Martínez empatou. Mas já era tarde para os argentinos.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Naturalizado libanês, brasileiro se revolta com desclassificação

O brasileiro naturalizado libanês, Nacif Elias, se revoltou após ser desclassificado da disputa do judô nas Olimpíadas nesta terça-feira. Enfrenando Emmanuel Lucenti, Nacif acabou punido pelos juízes, que enxergaram uma infração no modo como o atleta tentou contato com o rival argentino. Sentindo fortes dores no cotovelo, Lucenti acabou se sagrando vencedor e avançou às oitavas de final.
Incrédulo com a situação, Nacif Elias se negou a sair do tatame após o término do confronto e contou com o apelo da torcida que compareceu na Arena Carioca 2. Ciente da nacionalidade do atleta, o público foi a seu favor e ele não conteve a emoção ao afirmar que a arbitragem vem o prejudicando desde o circuito mundial por conta de sua naturalização libanesa.
“Eu treinei muito para estar aqui. Isso é catimba argentina, não judô. Ele tentou duas vezes e conseguiu. Arbitragem internacional é uma vergonha, sempre me prejudicam no circuito mundial. Treinei muito para estar aqui, abdiquei da minha vida para estar aqui. Para fazer isso? Judô é lutado, não na catimba. O que estão fazendo com o judô é uma vergonha. Só porque me naturalizei libanês, por causa do Líbano”, disse em entrevista.
Apesar do nervosismo, o atleta do Espírito Santo não esqueceu do apoio da torcida e garantiu levar uma medalha olímpica em uma próxima oportunidade. “Agradeço o carinho do povo brasileiro, meus amigos do Espírito Santo, infelizmente não foi dessa vez. Infelizmente, por ter reclamado, talvez tome uma suspensão de dois anos, mas volto na próxima para trazer essa medalha”, concluiu.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Brasil não permite manifestações nos estádios durante Jogos Olímpicos

Os organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio apoiaram no domingo a decisão da polícia de deter torcedores que levantavam cartazes contra o presidente interino Michel Temer em estádios.
"Estamos alertando o público de que este tipo de manifestações não estão permitidas dentro das instalações", disse o porta-voz do comitê organizador Rio-2016, Mario Andrada, a jornalistas.
Em múltiplos incidentes desde a abertura dos Jogos, na sexta-feira, a polícia confiscou pequenos cartazes com a frase "Fora Temer".

Alguns destes casos consistem em uma folha de papel branco levantada em silêncio até a intervenção da polícia.
Às vezes o slogan aparece em um cartaz levantado atrás de uma câmera de televisão enquanto os jornalistas filmam nas ruas. Um homem que carregou a tocha olímpica na semana passada pintou as palavras em suas nádegas, e as revelou ao abaixar o short.
Outros apenas gritam "Fora Temer", um grito de guerra que foi ouvido em massa na cerimônia de abertura dos Jogos, na sexta-feira no Maracanã, quando o presidente interino declarou abertos os Jogos em um breve pronunciamento.
Temer, o ex-vice-presidente, assumiu a liderança do país em maio, quando a presidente Dilma Rousseff foi suspensa do cargo enquanto é julgada pelo Congresso por maquiar as contas públicas.
Dilma pode ser destituída no fim de agosto, apenas alguns dias depois do fim dos jogos.
Com a crise política chegando ao clímax, os organizadores não conseguiram impedir que as tensões atingissem as Olimpíadas.
Em uma versão criativa do movimento anti-Temer, um grupo de pessoas na partida de futebol feminino entre Estados Unidos e França em Belo Horizonte no sábado se sentou em uma fileira com camisetas que juntas formavam as palavras "Fora Temer".
Foram expulsas do estádio, informou o jornal Folha de São Paulo.
O vídeo de outro incidente publicado nas redes sociais que acumulou quase dois milhões de visualizações mostra quatro policiais cercando e expulsando um manifestante de seu assento em um estádio.
Proibição olímpica aos protestos
A tolerância zero aos protestos pacíficos despertou indignação na esquerda e convocações a novas manifestações.
"Inacreditável! Manifestar opinião agora dá prisão!", disse a senadora Gleisi Hoffmann, do Partido dos Trabalhadores (PT). "Voltamos no tempo", afirmou em um comentário no Facebook.
Mas as autoridades olímpicas disseram no domingo que slogans políticos estão proibidos nos estádios, de acordo com a Carta do Comitê Olímpico Internacional (COI), que diz que nenhum tipo de protesto está permitido.
"Pede-se às pessoas que estão protestando politicamente em instalações (olímpicas) que não continuem fazendo isso, e se fizerem pede-se que saiam. Este é um templo do esporte e precisamos nos concentrar nisso", disse Andrada.
"Obviamente, as manifestações fora das instalações são permitidas, desde que não sejam violentas".
Enquanto as críticas aumentavam, o ministério da Justiça divulgou um comunicado dizendo que as regras proíbem os espectadores de entrar com qualquer "item que possa prejudicar a competição", e isso inclui "qualquer item com uma mensagem política, religiosa, racista, discriminatória, difamatória ou xenófoba".
Aparentemente em referência ao caso do homem que foi expulso do estádio por gritar "Fora Temer" em uma competição de tiro com arco, o ministério informou que ele estava "incomodando atletas e outros torcedores".
Impopular e mais impopular
Desde que se tornou presidente interino, Temer nomeou um novo governo que se colocou claramente à direita da plataforma esquerdista de Dilma. Se ela for destituída, Temer governará até o fim de 2018.
Dilma Rousseff e seus seguidores afirmam que Temer tramou um golpe contra ela.
As pesquisas mostram que Dilma é profundamente impopular e Temer é apenas um pouco melhor. A crise, à qual se soma a pior recessão em décadas, está criando um pano de fundo de revolta para uns Jogos Olímpicos que deveriam ser a festa de graduação do Brasil.

Rio 2016: Rafaela Silva vence líder do ranking e é ouro no judô

A judoca Rafaela Silva ganhou a medalha de ouro na categoria leve do judô, na Arena Carioca 2, na Barra. Com um wazari, ela bateu na final Sumiya Dorjsuren, da Mongólia e atual líder do ranking, para dar ao Brasil sua segunda medalha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Aos 24 anos, Silva volta a fazer de sua casa um porto seguro. Nascida no Rio, ela repete o roteiro de 2013, quando a cidade sediou o Mundial de judô, no qual ela se sagrou campeã na mesma categoria.

Ela ainda conquistou a primeira medalha do judô brasileiro na Olimpíada. Visto como carro-chefe, o esporte passou em branco no sábado e no domingo. Sarah Menezes e Felipe Kitadai perderam na repescagem na categoria ligeiro; Érika Miranda (meio-leve) foi derrotada na disputa do bronze, enquanto Charles Chibana (meio-leve) e Alex Pombo (leve) caíram na estreia.
A trajetória do ouro
Na estreia, Silva passou sem dificuldades pela alemã Myriam Roper, com vitória em apenas 46 segundos. A rival de 34 anos, uma das mais velhas do circuito, já era freguês da brasileira - agora, são dez derrotas em dez duelos entre elas, sendo quatro só em 2016. Depois, ela eliminou a sul-coreana Jandi Kim, vice-líder do ranking e terceira colocada no World Masters deste ano.
Na sequência, nas quartas, ela superou a húngara Hedvig Karakas, que a havia eliminado na Olimpíada de 2012. Na semifinal, a "vítima" foi a romena Corina Caprioriu, medalhista de prata há quatro anos, em uma luta nervosa e decidida apenas no golden score.
Até, enfim, ela fechar o dia vitorioso com o ouro. 
Tecnologia do Blogger.
 
Copyright © 2013 Canal do Kleber - Traduzido Por: Templates
Design by CanaldoKleber | BTT